Cypherpunks

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Boa noite pessoal, estamos aqui mais um mês para nos informamos deste mundo de “Tecnologia”, repleto de controvérsias e embora conectado, há falta de comunicação, pode apostar.

Hoje o assunto será bem mais tranquilo, porém de suma importância para aqueles que gostam de estarem conectados e conseguir fazer além de expressar seus pensamentos, prosseguir com aquilo que foi conquistado tempos atrás: o direito de nos comunicarmos, nos expressarmos claramente diante os fatos que ocorrem em nossa sociedade.

Mas será que a internet está propiciando isto para nós? Será que não existe fronteiras neste mundo de bits que vem e vão?

Embora estejamos cada dia mais usufruindo daquilo que um dia foi criado como estratégia no período de guerras, a possibilidade de estarmos mais uma vez vivendo o ditar dos soberanos e monitoramento por órgão que comandam tais caminhos de conexão é alto. Mas como? Veremos um pouco deste assunto agora.

Todos nós acompanhamos recentemente o caso de um dos grandes ativistas da atualidade no mundo cibernético, onde está ameaçado a ser preso por atitudes cujas autoridades orientais e ocidentais julgam ser ilegais, ou seja, mostrando a realidade do nosso mundo, divulgando para todos como as grandes potências econômicas estão agindo diante estopins que reforçam os direitos iguais e o bem para toda a nação. Conseguiu identificar de quem menciono?

Se não, estou relatando sobre Julian Assange, que segundo o livro é editor-chefe e visionário por trás do Wikileaks.

Embora o seu nome foi exposto outras importantes pessoas também estão diretamente relacionadas, Jacob Appelbaum, um dos fundadores do Noisebridge e defensor do projeto TOR, Andy Müller membro do Chaos Computer Club e Jérémie Zimmermann cofundador do grupo de apoio La Quadrature. Estes quatro ativistas da nossa contemporaneidade hoje discutem se realmente o que fazemos na internet é seguro e se temos privacidades diante nossas conversas, e-mails, vídeos e outros.

Eis que diante tal sistema, onde o muito ainda é pouco, vemos que a Internet, ou melhor, a nossa globalização, está sendo totalmente vigiada por grandes países que predominam a infraestrututra da rede. Usando seus poderios, legislações e totalitarismo para interceptar todo o fluxo de dados que passam por seus territórios, melhor dizer: não existem mais privacidade na internet, ou você acha que sua conversa em particular nas redes sociais não são abertas quando necessárias? Ou você acha que os sites que visitam depois de apagados dos históricos dos navegadores comuns não são mais lidos por ninguém? Ou você acha que o seu IP serve mesmo somente para comunicação na camada três da estrutura OSI?

Então, todos aqueles que pertencem a comunidade Wikileaks além de mostrarem como a corrupção impera em nossas sociedade, eles sabem que não há nenhuma sensatez na interceptação da comunicação e logo um dos modos pensados para nos prevenirmos de toda esta falta de coerência é a criptografia de dados, mas não é esta criptografia privada ou meramente falsificada e sim uma criptografia para todos nós, todos aqueles que almejam ter igualdade e respeito diante o uso em prol da comunicação.

Enfim, este assunto ainda correria por páginas e mais páginas, apenas postei aqui um alerta, ou melhor como o próprio J. Assange ressalta, um manifesto, um pequeno manifesto para que prestem mais atenção onde andas clicando, navegando, pois realmente estamos vivendo aquilo que não deveria ter começado. Para aqueles que tiverem interesse, uma simples dica aí vai: começem a olhar aquilo que usufrui com outra ótica, tente observar as entrelinhas que passa cotidianamente entre você e seus serviços, estudar e aprofundar os conhecimentos nunca é demais e melhor, há a possibilidade de mudar a internet para uso de todos, nós podemos fazer isto, não existe somente um ou outra possibilidade, podemos inventar a terceira ou a quarta opção, dependemos apenas de nossa mera força de mudar.

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